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A orientação clássica da Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO) recomenda a suplementação diária de 1500 mg, divididos em três doses, para gestantes em populações com baixa ingestão dietética de cálcio, visando reduzir o risco de pré-eclâmpsia. Contudo, o limite de 500mg por refeição e a intolerância das pacientes são desafios para a rotina clínica. Uma robusta publicação do conceituado New England Journal of Medicine, intitulado "Two Randomized Trials of Low-Dose Calcium Supplementation in Pregnancy", procurou avaliar o tema.
Cálcio citrato malato (cálcio), bisglicinato de magnésio (magnésio), menaquinona (vitamina K2), colecalciferol (Vitamina D3).
A vitamina D é um hormônio essencial para a metabolização do cálcio no organismo, uma vez que garante que os níveis séricos do mineral estejam adequados. A hipovitaminose D, quadro a qual existe uma deficiência do nutriente no sangue, pode levar a diversos distúrbios ósseos desde a primeira fase da vida até a velhice.
Já é bem estabelecido a importância do Cálcio para regulação da homeostase do tecido ósseo, principalmente, voltado para a prevenção e tratamento da osteoporose [1]. Um tema bastante discutido é a relação de que a suplementação de cálcio poderia aumentar o risco de calcificação coronariana [1]. Fato ainda considerado controverso segundo a Atualização da Diretriz do Tratamento da Osteoporose em Mulheres na Pós-menopausa que indica mais estudos randomizados e melhores níveis de evidências [1]. Em contraste a isso, a Vitamina K2 usada como aliada, tem sido o foco de pesquisas científicas, como possível responsável pela inibição da calcificação nos vasos sanguíneos [2].
Cálcio citrato malato (cálcio), bisglicinato de magnésio (magnésio), menaquinona (vitamina K2), colecalciferol (Vitamina D3).
Doses recomendadas: Vitamina D na saúde das Mulheres pós-menopausadas em tratamento para Osteoporose De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), “as fraturas osteoporóticas são comuns e representam um grave problema de saúde pública entre as mulheres pós-menopausadas” [1]. Eis que a osteoporose é uma doença caracterizada pela desordem na remodelação óssea, no qual leva a uma deterioração deste tecido, e, consequentemente, ao risco de fraturas. Com isso em mente, é dado que com a entrada no período do climatério, as mulheres enfrentam uma insuficiência hormonal estrogênica, resultando na perda de DMO (Densidade Mineral Óssea) de forma acentuada [2]. Nesse contexto, destacamos a importância da presença da vitamina D, pois é dela a única fonte do aumento da calcemia fora o osso. Este, pela ausência dos estrógenos sofre uma deterioração durante o predomínio do PTH (baixa calcemia).