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Atualmente, a deficiência de vitamina D, em alguns casos até grave, é significativamente prevalente em todo o mundo. Da enorme quantidade de literatura científica que suporta o exposto, destaca-se a extensa revisão de estudos epidemiológicos sobre o status da vitamina D realizados na Europa, América do Sul, América do Norte, Ásia e Oceania publicados por Hilger J et al. (2014)2, que estimou que 88,1% da população mundial teria níveis de 25(OH)D (25 hidroxi-vitamina D, também chamado de calcidiol ou calcifediol, um metabólito determinado no plasma como biomarcador do status de vitamina D) abaixo de 30 nanogramas /mililitro (ng/mL) (nível mínimo de 25 hidroxivitamina D considerado ideal com certo grau de consenso)1,2.
Suplementação de vitamina D isolada ou associada ao cálcio na remodelação óssea e risco de fratura em mulheres na pós-menopausa sem osteoporose: uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados.
Dra. Célia Regina da Silva - CRM 41959-1 Coordenadora de Genitoscopia da Maternidade Escola da UFRJ Delegada da SOBRAGE – Rio de Janeiro Mestre em Ginecologia – FCMSCMSP A endometriose acomete de 6% a 10% das mulheres em idade reprodutiva, sendo que a prevalência em mulheres assintomáticas varia de 2% a 50%
A hipovitaminose D acomete cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo, bem como crianças e adolescentes. Neste conteúdo serão revisitadas as doses recomendadas de Vitamina D cuja deficiência é mais prevalente em nascidos prematuros, lactentes (alimentados apenas ao seio), pacientes de pele escura e até nascidos de mães com hipovitaminose D [1]. Já é bem evidenciado nas sociedades que o déficit de 25(OH)D afeta os níveis de cálcio e do PTH, causando maior reabsorção óssea [1]. Dependendo do nível da hipovitaminose D, em casos mais graves, pode-se evoluir para atrasos no desenvolvimento da criança podendo chegar a casos de raquitismo [1].